Demissão não sugere um momento feliz ou agradável, certo? Depende. Para algumas pessoas pode ser um momento de libertação…deixar todo aquele tempo perdido para trás! É claro que por alguns momentos de satisfação e uma ótima história para contar, isso poderá ficar marcado de forma negativa no seu histórico profissional…com certeza, não é o mais adequado a fazer. Veja abaixo um pedido de demissão com estilo:
Veja mais nesse post publicada pela ResultsOn…e fique à vontade para nos indicar alguma história que você conheça e queira compartilhar!!
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Fato: a maioria das pessoas ainda não sabe como tirar proveito das mídias sociais profissionalmente. Às vezes, misturar o social e o profissional não é muito cômodo mesmo…por isso, temos nossos perfis em diversas redes, sociais (Orkut e Facebook) e profissionais (Linkedin). Mas como fazer para participar delas e mantê-las atualizadas?
O Twitter (mais um a ser atualizado) apresenta uma forma diferente de comunicação, aparentemente mais útil, pois define que o texto deve ser curto (140 caracteres) e isso nos obriga a trabalhar com textos similares a “manchetes de jornal”…não é à toa que todas as redes estão copiando, ou incluindo, um microblog em usas páginas iniciais. Isso torna a interação mais eficaz!
Encontramos um artigo interessante, sugerindo formas de ampliar a utilização e identificar novas utilidades para suas redes…lembrando que, criar e manter o seu networking ativo requer tempo e disciplina. Seguem abaixo algumas sugestões:
- Se você trabalha na venda de produtos, um objetivo possível é fazer com que as pessoas conheçam melhor seus produtos e até formas diferenciadas de utilização deles;
- Se você é um prestador de serviços, talvez seja interessante manter seus clientes em contato…enviando artigos interessantes, pesquisas relevantes, etc. Lembrando para não sobrecarregar ninguém de informação…já bastam as muitas newsletters que recebemos diariamente;
- Se você não se aplica a nenhum desses grupos, você ainda pode utilizar as redes sociais exclusivamente para networking…informando sobre eventos que participou (ou vai participar), sugerindo artigos para leitura, etc.
Enfim, existem diversas formas de utilizar as redes sociais, e o que realmente importa é tratá-las como uma ferramenta de networking similar à todas as outras (online ou offline) que você utiliza…
E você, conhece algum caso interessante?
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Dos textos que li ultimamente sobre carreira, achei esse um dos mais úteis e realistas…a ideia proposta é de encarar sua carreira como um negócio e, dessa forma, tomar atitudes como se estivesse gerenciando atividades na busca de resultados. Seria simples se a carga emocional não fosse tão intensa quando o assunto tratado é a própria carreira… Abaixo seguem alguns steps sugeridos para ajudar no planejamento e para colocar em o plano em ação:
1) Avalie a situação: nessa etapa, é importante chegar a uma boa conclusão de qual o seu objetivo (cargo, área, atuação…). Uma avaliação SWOT pode ser muito útil, além de conversar com pessoas de confiança que possam auxiliar com uma visão externa e mais neutra;
2) Determine o valor que você oferece: agora você conhece o caminho que quer seguir, é necessário avaliar se você é um profissional competitivo para atingir seu objetivo. É importante ser muito realista e razoável. Essa será a diferença entre alcançar ou não resultados;
3) Desenvolva um plano: esse plano deve variar depe
ndendo se você pretende mudar de área ou mercado, alavancar sua carreira ou somente dar um passo a mais. Se você estiver pensando nos primeiros pontos, talvez sejam necessários pontos intermediários, como um estágio ou uma especialização, entre outros;
4) Planejamento financeiro: dependendo da mudança, você terá que criar alguma reserva para o período de transição…caso seja uma mudança forçada, é preciso avaliar e cortar algumas despesas para adequar ao tempo;
5) Execute: não existe resultado sem execução. Vale a pena estabelecer metas e prazos para acompanhar o andamento e medir os resultados.
Para acessar o texto completo clique aqui! E fique à vontade para deixar outras dicas…
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Foi publicada uma reportagem no jornal Zero Hora de hoje (21/11/2009) sobre os desafios de quem toma decisões nas empresas…a pesquisa foi feita pelo Hay Group com 40 empresas do RS. A ideia foi medir a escala de prioridades que os CEOs tem aplicado às empresas. Abaixo os resultados:
- 97% entendem que o principal desafio da gestão é atrair talentos
- 95% acham que o principal desafio é manter os profissionais engajados
- 90% indicam a capacidade de inovação da empresa como principal desafio
Atrair talentos e manter os profissionais engajados e motivados são dois lados da mesma moeda…para os dois problemas existem soluções complementares e independentes. Por exemplo, ter um ambiente desafiador e que proporcione crescimento aos profissionais é relevante para ambas as questões.
Por outro lado, para atrair talentos é importante saber onde encontrá-los e como comunicar-se com eles. Para isso, não adianta utilizar as mesmas formas de sempre…é preciso inovar, pensar diferente. Bem, mas essa não era a terceira questão apontada pelos executivos? Pois é, no final tudo se mistura…um problema afeta o outro e a única solução é ter uma visão ampla das questões, analisar seus impactos diretos e indiretos e trabalhar com foco no médio e longo prazo. Se fossem simples, esses itens não seriam os principais apontados na pesquisa, não é?
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O que você acredita que motiva mais as pessoas:
1) Incentivos financeiros: bônus por performance, aumento salarial e stock options
2) Incentivos não-financeiros: oportunidade de liderar projetos, proximidade às lideranças, reconhecimento do superior imediato.
Em uma pesquisa da McKinsey, feita em junho de 2009 com 1.047 executivos de diversos setores, os 3 principais itens de incentivos não-financeiros foram considerados mais importantes que os 3 principais itens financeiros…pode ser que isso tenha um pouco a ver com a crise que passamos, mas o fato é que, enquanto os incentivos financeiros são importantes para o nosso way of life, os incentivos não-financeiros são importantes para o respeito, orgulho e confiança que sentimos. Esses últimos são muito emocionais e podem ser mantidos por mais tempo que algumas compensações financeiras. Claro que se quisermos somente incentivos não-financeiros, melhor trabalhar em uma ONG…mas o fato é que um aumento nos leva a um pico de felicidade, mas algumas semanas depois tudo volta à rotina.
Ganhar mais é ótimo, mas não resolve tudo…ser mais reconhecido é excelente, mas não paga as contas de ninguém! O ideal é buscar o equilíbrio e, para isso, é importante começar a entender o que o seus colaboradores querem…
E você? Saberia dizer como motivar sua empresa?
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Não é por falta de razões que pensamos em mudar de emprego…na verdade, às vezes sobram razões. Mas essa avaliação tem que ser feita com muito cuidado, pois a decisão tomada não terá volta (salvo algumas exceções).
Por isso, é importante identificar fatos concretos sobre os motivos que estão levando você a pensar em uma mudança. O ser humano apresenta uma tendência de resistência a mudanças, mas muitas vezes uma mudança pode ser o melhor caminho para que as coisas entrem nos eixos novamente…abaixo, algumas razões que devem ser consideradas numa avaliação:
- A empresa em que você trabalha está passando por um momento crítico: nessa situação é importante se informar e ter uma opinião própria sobre os rumos possíveis da empresa. Se você acredita nas lideranças e na capacidade da empresa de sair desse momento difícil, pode ser uma boa opção ficar e mostrar mais empenho do que nunca…mas se você entende que os motivos que levaram a empresa até essa crise são concretos e não visualiza uma melhora em um prazo aceitável, é hora de ativar seu networking!!
- Seu nível de stress está tão alto que está afetando sua saúde: situação péssima…saúde física e mental não são importantes para trabalhar, são importantes para VIVER! Não deixe isso chegar a um nível incontrolável. Também existe a possibilidade de abrir o jogo com a empresa e ver a possibilidade de assumir uma posição menos desafiadora. Se o seu histórico for positivo, a empresa vai pensar com carinho…
- Falta de motivação ou desafio: depressão aos domingos é um bom sinal para identificar uma necessidade de mudança…se der vontade de chorar ao ouvir a abertura do Fantástico, procure um psicólogo. Nessas situações costumamos culpar a empresa, mas após uma avaliação profunda é comum identificar que a empresa não mudou, mas você sim…
Para ver outros motivos clique aqui. E fique à vontade para incluir outros nos comentários…
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Ontem foi publicada uma reportagem no site da Computerworld sobre as melhores formas de conseguir um emprego…para nossa surpresa (mais uma vez, como sempre, de novo), a indicação foi a forma mais eficaz utilizada pelos profissionais que acabaram contratados.
Segundo uma pesquisa da Catho, com mais de 13.000 brasileiros, a maior parte das pessoas foi contratada graças à indicação de amigos (28% do total)…outro dado interessante segue abaixo:
- 17% foram indicados por pessoas de dentro da empresa (conheça o Indica pra Gente…)
- 11% foram indicados por pessoas de fora da empresa (o Indica você já conhece…)
Que a indicação é a melhor forma de conseguir um emprego nós já sabíamos…e você, está esperando o quê? Entre agora no Indica e faça seu cadastro…
Para ver a íntegra da reportagem clique aqui
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Para quem quer saber mais sobre como se sair bem em dinâmicas em grupo, vale a pena ler o livro de Dale Carnegie: Como fazer amigos e influenciar pessoas. Foi publicado em 1937 e já vendeu mais de 30 milhões de exemplares pelo mundo…apesar do título estranho e da cara de auto-ajuda, o conteúdo é excelente e facilmente aplicável.
Sugestão: compre o livro e coloque outra capa por cima. Facilita a leitura em ambientes públicos e não deixa os familiares e pessoas próximas com medo do que você pode estar tramando…
Abaixo, seguem os capítulos e seus títulos (tão estranhos quanto o do livro):
Parte 1
Técnicas fundamentais para tratar com as pessoas
CAPITULO I: Se quer tirar mel, não espante a colmeia
CAPITULO II: 0 grande segredo de tratar com as pessoas
CAPITULO III: Aquele que conseguir isto terá todo o mundo a seu lado… Aquele que não o conseguir trilhará um
caminho isolado
Parte 2
Seis maneiras de fazer as pessoas gostarem de você
CAPITULO I: Faça isto e será bem recebido em toda parte
CAPITULO I I: Um meio simples de causar uma primeira boa impressão
CAPITULO III: Se você não fizer isto, será dominado por complicações
CAPITULO IV: Um modo fácil de ser um bom conversador
CAPITULO V: Como interessar as pessoas
CAPITULO VI: Como fazer as pessoas gostarem de você imediatamente
Parte 3
Como conquistar as pessoas para o seu modo de pensar
CAPITULO I: Você não pode vencer uma discussão
CAPITULO II: Um modo certo de fazer inimigos e como evitá-Io
CAPITULO III: Se errar, reconheça o erro
CAPITULO IV: Um pingo de mel
CAPITULO V: O segredo de Socrates
CAPITULO VI: A válvula de segurança na solução das queixas
CAPÍTULO VII: Como obter cooperação
CAPÍTULO VIII: Uma fórmula que fará maravilhas para você
CAPITULO IX: O que todos querem
CAPÍTULO X: Um apelo de que todos gostam
CAPÍTULO XI: O cinema faz isto. A televisão também. Por que você não faz o mesmo?
CAPITULO XII: Quando tudo falhar, experimente isto
Vamos lá…deixe seus preconceitos de lado, aproveite a leitura e aplique os conceitos. Vale a pena!
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Nesse artigo publicado por Marc Cenedella, fundador e CEO da The Ladders, aprendemos um pouco sobre as técnicas que Steve Jobs usa para atrair e reter sua platéia…todas elas são possíveis de se utilizar na hora de vender a si próprio, seja em uma entrevista ou em uma reunião de negócios.
Quando evoluímos em nossas carreiras, as habilidades de comunicação (oral e escrita) passam a ter um peso maior, uma vez que, o networking e a capacidade de relacionar-se com pessoas ficam mais relevantes que conhecimentos técnicos.
Abaixo, algumas dicas sobre como se vender como uma marca:
1) Venda sonhos
Steve Jobs não vende computadores…ele vende “ferramentas para libertar sua criatividade”
2) Crie “manchetes” curtas (estilo Twitter)
O que é um MacBook Air: “ é o computador mais fino do mundo”
3) A regra de três
Jobs não sobrecarrega as pessoas com informações. O cérebro humano não é capaz de absorver muitas informações ao mesmo tempo. O mesmo é válido para entrevistas de emprego: tenha foco nas três coisas que o entrevistador deve lembrar de você e de sua experiência
Veja mais clicando no link: Sell Yourself the Steve Jobs Way
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Em mercados pequenos ou atividades específicas é comum profissionais concorrentes se conhecerem…isso pode levar a situações constrangedoras na hora de mudar de emprego. O link abaixo é de um artigo muito interessante, onde um leitor pede conselhos de como se comportar na seguinte situação:
Imagine que você gosta do que faz atualmente, mas o seu chefe atual não lhe agrada nem um pouco…então, um amigo seu comenta que existe uma ótima oportunidade na empresa em que ele trabalha. O problema é que o seu futuro chefe já trabalhou com o seu chefe atual e, caso você não consiga a posição, existe um risco considerável de que ele fique sabendo de suas intenções…
Leia a íntegra no link abaixo e descrubra as melhores alternativas para sair dessa situação:
How Do I Hide a Job Interview From My Evil Boss?
Fique à vontade para enviar outras ideias ou sugestões…
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