networkingEstá lá no UOL uma notícia interessante: a criação de novos empregos caiu 94% este ano em relação ao ano passado, segundo informações do Ministério do Trabalho. Significa que bem menos empresas resolveram ofertar vagas neste ano de crise. O que nos faz enxergar o cenário com bons olhos. Por quê?

Em primeiro lugar, porque saindo da crise as empresas estarão sedentas por profissionais. Uma pesquisa feita pela SHRM nos EUA  com profissionais de RH, mostra que eles acreditam que em 2010 voltarão a contratar fortemente.

Em segundo lugar porque os profissionais que estão empregados são muito valiosos, uma vez que têm de se multiplicar e fazer o serviço que, em alguns casos, uma equipe faria. Ou seja, se por um lado as empresas estão postergando contratações, por outro elas estão rebolando para se manter atraentes para quem fica e tem que encarar muito serviço.

A mesma pesquisa da SHRM mostra que a maioria dos profissionais estão esperando a crise se dissipar para buscar novas oportunidades e mudar de empresa. Passada a “marolinha”, eis os motivos principais que farão os colaboradores saltar do barco:

  • 53% irá atrás de maior salário e benefícios
  • 35% buscará satisfação pessoal buscando carreiras em outros lugares
  • 32% está pronto para novas experiências

Tentando antever esse movimento, os RHs não param de praticar “bondades” a fim de reter talentos. Os programas de estímulo mais comuns são: programas de incentivo à educação, férias e folgas de acordo com o rendimento individual, e salários atrelados ao retorno que o funcionário oferece.

Mas uma coisa a pesquisa não responde: se esse pessoal todo está buscado (e o RH, retendo), que métodos estão usando para fazer esse networking “da crise”, que não prevê mudança imediata de emprego, mas mudança daqui a uns meses? Se você está nessa situação, diz pra gente quais são seus métodos!

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