Demissões em massa se tornaram comuns durante os últimos tempos de crise. Quase todo mundo conhece alguém que passou ou presenciou uma situação dessas. Sabemos que ninguém gosta de ficar desempregado. Mas como fica o moral de quem sobrevive ao corte? Para descobrir os efeitos, o instituto americano The Board Conference realizou um estudo sobre o assunto, chamado The Survivor Syndrom, que aponta sentimentos similares entre os colegas de trabalho e pessoas que sobreviveram a grande acidentes. Entre as conclusões mais interessantes, estão:
-Tristeza pela perda de colegas
-Sentimento de culpa pelo sofrimento alheio
-Medo e ansiedade de ser o próximo
-Raiva e perda de confiança na empresa
-Estresse antecipado por um eventual aumento na carga de trabalho
-Falta de motivação e apatia
Mas o que as empresas podem fazer para melhorar a situação? Segundo o relatório, as principais medidas a serem tomadas são:
-Dar espaço para as pessoas verbalizarem suas insatisfações
-Explicar racionalmente a razão e os critérios dos cortes, sem falsas promessas de recontratações.
-Ajudar as pessoas com suas novas configurações e demandas de trabalho.
-Ofereça pequenos incentivos, nem que seja apenas um almoço grátis, uma rodada de pizzas ou até um reconhecimento público por um trabalho bem-feito.
-Alerte os funcionários sobre os possíveis sintomas da tais síndrome, mostrando que é comum estar sujeito a tais emoções.




